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segunda-feira, 17 de junho de 2013
"ANTIGO PRÉDIO DO INSTITUTO IMACULADA CONCEIÇÃO É DEMOLIDO EM BELA CRUZ CEARÁ"
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1 – 2 de 2
Fabiano Araujo disse...
Coisas acontecem em Bela Cruz que não acontecem em nenhum outro local. É inacreditável como o patrimônio cultural de nosso município é visto como capim, que você pode ir próximo e arrancá-lo sem nenhum remorso. Depois da derrubada da mangueira que serviu de sombra na data histórica de emancipação, depois da reforma das casas no "quadro da igreja", vem agora a ideia belíssima do Sr Emídio em derrubar o local que serviu como um dos berços da educação de nosso município, parece que fazer uma boate (muito sem noção). Logo mais será o secretariado, depois a casa do primeiro prefeito, o clube e assim um povo sem educação (ou pelo menos comandado por quem não tem) vai enterrando sua história. Só não me revolto mais porque de tudo o que a gente ver aqui essa é só mais uma das coisas que fazem a gente perder um pouco o amor pela terra.
17 de junho de 2013 09:24
Fabiano Araujo disse...
REVOLTANTE...REVOLTANTE...O pior é que depois ele vai embora, pois graças a Deus, não é daqui, mas a (com licença da palavra), a "merda" fica aí).
17 de junho de 2013 09:29
domingo, 16 de junho de 2013
ANTIGO PRÉDIO DO INSTITUTO IMACULADA CONCEIÇÃO É DEMOLIDO EM BELA CRUZ CEARÁ

PROGRAMA “BELA CRUZ COMO TE AMO” COMISSÃO REPRESENTATIVA DO INSTITUTO DE ESTUDOS E PESQUISAS DO VALE DO ACARAÚ (IVA)
terça-feira, 11 de junho de 2013
PRÉDIO DO ANTIGO INSTITUTO IMACULADA CONCEIÇÃO DEMOLIDO. PATRIMÔNIO HISTÓRICO. JÁ ERA.

domingo, 26 de maio de 2013
PROFESSOR TEODORO EM BELA CRUZ CEARÁ
quinta-feira, 2 de maio de 2013
PRONUNCIAMENTO DA PRESIDENTA DILMA NO DIA 1º DE MAIO DE 2013
ÍNTEGRA DO PRONUNCIAMENTO DA PRESIDENTA DILMA NO DIA 1º DE MAIO DE 2013
Queridas trabalhadoras e queridos trabalhadores,
O Brasil passou a ser mais Brasil quando o brado por mais emprego, mais salário e mais comida deixou de ser um grito solitário dos trabalhadores para ser a voz e o compromisso de toda uma nação. É por isso que nós, brasileiras e brasileiros, estamos tendo, nos últimos anos, a alegria de comemorar o 1º de Maio com recordes sucessivos no emprego, na valorização do salário e nas conquistas sociais dos trabalhadores.
Neste 1º de Maio, o Brasil pode garantir outra vez a vocês que nada ameaça estas conquistas. Ao contrário, elas vão se ampliar ainda mais, beneficiando a todos vocês, sem exceção. O Brasil vai continuar usando instrumentos eficazes para ampliar o emprego, o salário e o poder de compra do trabalhador.
Mas, a partir de agora, vai privilegiar como nunca o instrumento que mais amplia o emprego e o salário: a educação. Para isso, várias medidas estão sendo executadas e outras estão em discussão. A mais decisiva delas é a que determina que todos os royalties, participações especiais do petróleo e recursos do pré-sal sejam usados, exclusivamente, na educação.
Anuncio hoje a vocês que enviei ao Congresso Nacional uma nova proposta para que isso possa virar realidade.
Minhas amigas e meus amigos,
O Brasil avançou muito nos últimos anos por causa de políticas econômicas corretas e de políticas sociais profundas. Hoje, há um reconhecimento internacional de que temos as políticas sociais mais amplas e modernas do mundo. Isso nos orgulha e nos estimula. Mas há um ponto que tem passado desapercebido: o fato do emprego e do salário terem se tornado os dois maiores fatores de diminuição da desigualdade. Mesmo com a importância dos programas sociais, foi a renda do trabalho que mais contribuiu na diminuição da desigualdade.
Com os programas de transferência de renda, já tiramos 36 milhões de brasileiros da miséria. Mas são o emprego e o salário que estão impedindo que essas pessoas voltem para a pobreza, e também aceleram a ascensão social de milhões de outros brasileiros. Foi assim que 40 milhões de brasileiros foram para a classe média. Isso se deu por causa da valorização do salário-mínimo, do recorde na geração de emprego com carteira assinada e do ganho real em todas as faixas salariais.
O Brasil gerou, nos últimos dez anos, 19 milhões e 300 mil empregos com carteira assinada, e o salário-mínimo cresceu mais de 70% em termos reais. Somente nos dois anos do meu governo foram criados 3 milhões e 900 mil novos empregos. Segundo o Fundo Monetário Internacional, o FMI, isso nos colocou numa situação privilegiada no mundo: fomos o país que mais reduziu o desemprego entre 2008 e 2012, ou seja, reduzimos em 30% a taxa de desemprego. Por sinal, em 2012 enquanto lá fora cresciam o desemprego e as perdas salariais, aqui ocorria exatamente o contrário.
Tivemos o menor índice de desemprego da história e, segundo o Dieese, o melhor ano de reajustes, com 95% das categorias conquistando aumento real de salário. Não houve apenas aumento, mas também melhoria na qualidade do emprego: cresceram os níveis de escolaridade dos empregados e ampliou-se a formalização do emprego. Ao mesmo tempo, diminuiu a taxa de desemprego entre os jovens e aumentou o emprego entre os mais maduros. E, em termos gerais, ocorreu uma queda acentuada no tempo de procura por trabalho. Levando-se em conta a renda das pessoas, tem ocorrido também uma redução da desigualdade entre homens e mulheres, entre brancos e negros, e entre as áreas urbanas e rurais. Os brasileiros estão se tornando mais iguais.
Os direitos trabalhistas avançam e as dívidas sociais históricas estão sendo resgatadas, como ocorreu recentemente com a aprovação da PEC que estende os direitos previstos na CLT aos trabalhadores domésticos.
Tudo isso ocorre porque o Brasil tem uma política eficiente de emprego e salário, porque o país dialoga com o trabalhador e os sindicatos e respeita os direitos trabalhistas. Inclusive, devido a este diálogo, os trabalhadores, entre outras vantagens, obtiveram a isenção do Imposto de Renda na participação dos lucros e resultados.
O mais importante é que os efeitos da renda do trabalho e das políticas sociais reduziram pela metade o risco das pessoas ficarem mais pobres, e praticamente dobraram a possibilidade das pessoas melhorarem de vida.
Estes fatores têm garantido a diminuição das desigualdades e inibido, entre nós, os efeitos da prolongada crise financeira que ainda atinge o mundo.
Trabalhadoras e trabalhadores, acreditem apaixonadamente no Brasil e na força do trabalho de cada um de vocês. Não tenham dúvida de que o Brasil, com a força de vocês, pode e vai crescer mais, garantindo o emprego de hoje e o de amanhã.
Vamos seguir na rota de crescimento com estabilidade, distribuição de renda e diminuição das desigualdades. Este governo vai continuar sua luta firme pela redução de impostos e pela diminuição dos custos para o produtor e consumidor, mesmo que tenha que enfrentar interesses poderosos.
É mais do que óbvio que um governo que age assim e uma presidenta que pensa desta maneira não vão descuidar nunca do controle da inflação. Esta é uma luta constante, imutável, permanente. Não abandonaremos jamais os pilares da nossa política econômica, que têm por base o crescimento sustentado e a estabilidade. E não abriremos mão jamais dos pilares fundamentais do nosso modelo: a distribuição de renda e a diminuição da desigualdade no Brasil.
Minhas amigas e meus amigos,
Só uma educação de qualidade pode garantir mais avanço para o emprego e para o salário. Nos últimos anos, ampliamos o acesso e melhoramos a qualidade do ensino. Já estamos com 32 mil escolas funcionando em tempo integral, ou seja, em dois turnos.
Tivemos o maior avanço da história do Brasil nos cursos técnicos e de qualificação profissional. Geramos, com o Pronatec, mais de 3 milhões de novas vagas e vamos chegar, até o final de 2013, a quase 5 milhões de matrículas.
Mais de 1 milhão e 200 mil jovens já receberam bolsas do ProUni, 870 mil estudantes estão sendo beneficiados pelo financiamento do Fies e 41 mil estudantes brasileiros já tiveram bolsas aprovadas para estudar nas melhores universidades do mundo no Programa Ciência sem Fronteiras.
E tudo isso está sendo acompanhado pela expansão das universidades federais, que já oferecem mais de 1 milhão de matrículas. A partir deste ano, de forma crescente, vamos garantir, através da nossa política de cotas, que metade das vagas de todos os cursos das nossas universidades federais seja ocupada por alunos das escolas públicas.
Tudo isso é muito bom, mas ainda é pouco. O Brasil precisa de uma grande revolução no ensino capaz de garantir o nosso futuro como nação líder e soberana no mundo. Vamos, principalmente, formar os jovens, as trabalhadoras e os trabalhadores brasileiros para que possamos triunfar num mundo cada vez mais desenvolvido e altamente competitivo.
A educação deve ser uma ação permanente em todos os instantes da vida de uma pessoa. Ela começa na creche, passa pela escola de tempo integral, pelo ensino médio, pela qualificação profissional, pela universidade, o mestrado, o doutorado e tem que prosseguir, de forma ininterrupta, até o fim da vida.
O papel do Estado é criar condições para isso, em especial, abrindo portas para os que mais precisam. Mas um governo só pode cumprir bem o seu papel se tiver vontade política e se contar com verba suficiente.
Por isso, é importante que o Congresso Nacional aprove nossa proposta de destinar os recursos do petróleo para a educação. Peço a vocês que incentivem o seu deputado e o seu senador para que eles apoiem esta iniciativa.
Para encerrar, faço um chamamento decisivo a você, trabalhador, e a você, trabalhadora: a educação não é apenas um dever do Estado e um direito do cidadão. É também tarefa da família e responsabilidade de todos, sem exceção. A educação começa com você. Todos têm que procurar a educação por seu próprio desejo, e lutar pela educação com sua própria força. Somente sua força de vontade vai fazer você descobrir tempo e meios para educar-se. Somente sua atenção como pai, como mãe vai estimular seu filho na escola. Somente sua dedicação de mestre fará você, professor, superar as dificuldades que enfrenta. Somente a pressão de todos vai fazer os governos, as empresas, as igrejas, os sindicatos, em suma, toda a sociedade trabalharem ainda mais pela educação.
Somente assim poderemos gritar, em uma só voz, uma nova marca de fé e amor para nosso país. Poderemos gritar, do fundo do nosso coração: Brasil, pátria educadora!
Viva o Brasil! Viva a trabalhadora! Viva o trabalhador brasileiro!
Obrigada e boa noite.
Priscilla Mendes Do G1, em Brasília
segunda-feira, 22 de abril de 2013
O BRASIL DIZ NÃO A PEC 37 - IMPUNIDADE, NUNCA
Ministério Público do CE adesiva carros contra PEC 37 em Fortaleza
Ação aconteceu neste domingo (21), na Praia do Futuro, em Fortaleza.
PEC 37 retira poder de investigação criminal dos Ministérios Públicos.
Adesivaço contra PEC 37 aconteceu na Praia do
Futuro
Procuradores, promotores e servidores do Ministério Público do Estado do Ceará e da Associação Cearense do Ministério Público (ACMP) participaram na manhã deste domingo (21) de um "adesivaço" na Praia do Futuro, em Fortaleza. A ação faz parte das atividades contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 37, que retira dos Ministérios Públicos Federal e Estadual o poder de investigação criminal.
Plácido Barroso Rios, promotor de Justiça e presidente da Associação Cearense do Ministério Público ACMP, acredita que a PEC 37 está tramitando sem o devido conhecimento da população e que campanhas são necessárias para tornar público as decisões que podem ser aprovadas e seus efeitos. "A sociedade ainda não tem noção completa do retrocesso que o Brasil pode passar caso essa PEC seja aprovada", disse.
O promotor explica que o foco de investigação dos Ministérios Públicos como um todo estão relacionados ao combate à corrupção e que raramente os envolvidos por tais crimes são indiciados apenas por inquéritos policiais.
Apoio
"Os poderosos e os políticos corruptos acreditam que estão acima da lei. Esse é o grande embate que o Ministério Público está travando hoje e é por isso que precisamos do apoio da sociedade brasileira. A PEC 37 é uma medida de retaliação", disse.
Outra questão de reivindicação está relacionada à monopolização de investigações, já que outros órgãos como o Banco Central, a Receita Federal, o INSS e o Ibama também estão no alvo da emenda. De acordo com o promotor, cerca de 80% das ações penais que estão em tramitação, principalmente no Nordeste, foram iniciadas a partir de investigações do Ministério Público.
"Não podemos ter apenas um órgão investigativo. É preciso levar para a sociedade os fatos como eles realmente acontecem por meio de uma investigação conjuntas. Quanto mais órgãos estiverem investigando um mesmo caso, maior será a transparência". Plácido cita como exemplo o caso do Mensalão, esquema de compra de votos de parlamentares no Congresso investigado pelo Ministério Público juntamente com a Polícia Federal.
Para o Promotor de Justiça Francisco Edson de Souza Landim, a população precisa ter conhecimento dos danos que a PEC 37 pode acarretar à sociedade. Além disso, ele considera que não se deve eximir o Ministério Público e as outras instâncias envolvidas com a PEC de permanecer com as suas especificidades quanto às investigações.
"Não há órgão melhor para periciar questões relativas ao meio ambiente como o Ibama, ou investigar desvio de verbas de aposentados como o INSS, por exemplo", avalia o representante do Ministério Público, envolvido no movimento.
No dia 24 de abril, em Brasília, procuradores e promotores de Justiça de todo o Brasil, inclusive do Ceará, apresentarão ao Congresso Nacional os resultados dos atos públicos realizados no País.
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